"As emoções, são as cores da alma." - A Cabana

28 de junho de 2013

(?)

Eles dizem que "a vida é simples, somos nós que a complicamos", mas por que diabos eu me sabotaria dessa forma? E por que não descomplicaria tudo, já que sou eu a única causa de tal desordem, invés de ficar arrancando o cabelo, e matando cachorro à grito?

26 de junho de 2013

Despedida

Não há mais nada, acabou. No lugar, deixo apenas gavetas vazias e um vácuo de sentimentos, dentre eles a raiva, tão somente um vômito mental cujo ácido me corrói a paciência que finjo ter enquanto esboço um sorriso plástico, pra te dizer
-adeus.





Sobre os males da sociedade...

"De tanto ver triunfar as nulidades, 
de tanto ver prosperar a desonra,
de tanto ver crescer a injustiça, 
de tanto ver agigantar-se os poderes nas mãos dos maus, 
o homem chega a se desanimar da virtude, 
rir da honra e ter vergonha de ser honesto." 

(Rui Barbosa)

24 de junho de 2013

#vemprarua



É que o povo brasileiro quer cidadania, e não só na teoria, ou no papel. 
Eles querem mais, e clamam por justiça, com força e voz de quem exige não ser ignorado. 
Eles querem revolução, evolução. 
E se erguem do berço esplêndido com gana de quem acordou para (re)escrever a história.

8 de janeiro de 2013

É a vida que segue entre gestos teatrais, fortes doses de ironia
e insônia.

5 de dezembro de 2012

Uma coisa que tem me incomodado bastante nesses últimos dias é o sincericídio das pessoas; é um tal de falar, falar e falar! (Ei eu precisava ouvir isso agora?) Não importa. 
A necessidade de DIZER calou o bom senso.

4 de dezembro de 2012

“Com absoluta sinceridade, tento ser otimista a respeito de todo esse assunto, embora a maioria das pessoas sinta-se impedida de acreditar em mim, sejam quais forem meus protestos. Por favor, confie em mim. Decididamente, eu sei ser animada, sei ser amável. Agradável. Afável. E esses são apenas os As. Só não me peça para ser simpática. Simpatia não tem nada a ver comigo.”


( A Menina Que Roubava Livros – Markus Zusak)

22 de novembro de 2012

Desejo...

Fumaria na sacada, ouvindo um disco qualquer na velha vitrola,
fitando a máquina de escrever já empoeirada, e talvez conseguisse
vomitar as letras, que mesmo desconexas, falariam sobre nós...