"As emoções, são as cores da alma." - A Cabana

29 de agosto de 2012

26 de agosto de 2012


É como se eu quisesse te dar um tiro, e depois sair correndo... 
Me por entre você e a bala, e te salvar.

11 de julho de 2012






Garçom, mais uma dose dupla de paciência com muito gelo, por favor.
Sóbria, a ignorância dessa gente mesquinha que se diz tão "superior" me dá nojo.

2 de julho de 2012

Linha Tênue - Maria Gadú














Todo o lugar que chego você não fica
Tudo o que eu te peço você não dá
Se dou opinião você implica
Toda vez que ligo você não está
Por que fazer questão deste jogo duro?
De me mostrar o muro a nos dividir?
Seu coração de fato está escuro
Ou por de trás do muro
Tem mais coisa aí

Toda vez que passo você não nota
Eu conto uma lorota você nem ri
Me faço fina flor vem e desbota
Me boto numa fria não socorre
Eu cavo um elogio isso nem te ocorre
A indiferença escorre fria a me ferir
Será porque você não me suporta?
Ou dentro desta porta
Tem mais coisa aí

Entre o bem e o mal a linha é tênue meu bem
Entre o amor e o ódio a linha é tênue também
Quando o desprezo a gente muito preza
Na vera o que despreza é o que se dá valor
Falta descobrir a qual desses dois lados convém
Sua tremenda energia para tanto desdém
Ou me odeia descaradamente
Ou disfarçadamente me tem amor

9 de abril de 2012

Maria



Ô Maria, não se esconde que imune nessa vida ninguém é,
E mesmo que teus pulmões te estejam pequenos, respira, sente...
Aproveita a viagem que a ciranda gira sem sair do lugar.
Te sossega Maria, aquilo que parece eterno, só parece, nunca é.
                          
                        

8 de abril de 2012

" O que não cabe mais em mim
   É bom você saber
   Agora é pra valer
   O início depois do fim..."

/Frejat 
             
                

6 de abril de 2012

Gosto fácil do que me cativa, e esqueço dos 
riscos que é perder os trilhos e sair do chão.
Sou bem dessas, que procura o abismo só pra
se apaixonar por ele...
                     
                                                          

Viva a velha arte!


Mais é que às vezes eu finjo que ta tudo bem, e entro nessa paranóia de que posso "conviver" com isso ou aquilo, e sorrio aquele sorriso de comercial de pasta de dente, e digo que "não to nem aí", segurando as lágrimas que vão de contramão a minha performace digna de Oscar. Mordisco o canto da boca com a sede de quem cala. Eu me engano acreditando que consegui te enganar, e finjo que nem percebi.
                             
                                        

25 de março de 2012

Eis que hoje ela não se pertencia, não se dominava. Tornou-se fantoche do pensar, ao pesar o penar da vida, correndo por entre vielas, escancarava um sorriso cabisbaixo, de mágoa, de tristeza. Engolia o silêncio, agridoce. Mais que a dor, pesava-lhe o medo da saudade.